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Dicas para Tirar o Melhor Partido da sua Relação

Dicas para Tirar o Melhor Partido da sua Relação

As orientações apresentadas neste artigo funcionarão melhor se ambos os parceiros as seguirem.


No entanto, uma mudança nas atitudes de um dos parceiros pode encorajar também mudanças no outro.



Porque as relações mostram o nosso melhor e o nosso pior, aqui estão algumas dicas para tirar o melhor partido da sua relação:

1 – Olhe para si. Faça coisas para aumentar a consciência de si própria, por exemplo, como se comporta nas relações. Isso pode ajudá-la a compreender padrões, reacções, sentimentos, crenças e respostas (da sua infância e relações anteriores) que surgem na sua relação. É frequentemente verdade que o modo como se sente pode ter pouco a ver com o seu parceiro e mais consigo e com as suas experiências passadas.

2 - Responsabilize-se pelos seus sentimentos, pensamentos, necessidades e comportamento.
Use “eu” nas suas afirmações (“eu sinto-me...” em vez de “tu fazes-me sentir...”). Pondere acerca de suposições, interpretações e medos. Declare os seus sentimentos e pensamentos de uma maneira clara e sem culpas. Faça pedidos. Peça o que necessita. Ele ou ela podem não saber do que precisa. Saiba que pode não conseguir exactamente o que quer. Encontre modos de conseguir satisfazer as suas necessidades.

3 – Cuide de si. Trate de si como faria a um bom amigo.

4 – Esteja consigo. É importante não só para o seu bem-estar, mas também para a sua relação. Isto pode ser conseguido de diferentes maneiras tais como meditação, yoga, relaxamento, descanso, exercício, consciencialização do corpo, dança, estar no meio da natureza e rezar.

Qualquer coisa que a ajude a estar no momento, irá ajudá-la a fazê-lo também com o seu parceiro. Muitas pessoas crêem que estar no momento enquanto estão com o seu parceiro é bem mais difícil do que quando estão sozinhos ou com outras pessoas. Alguns casais tentam resolver esta situação juntos. Pode fazer o seguinte:

  • Deite-se com o seu parceiro em posição de colher (uma pessoa de frente abraça a outra que está de costas) e respirem em uníssono entre cinco e dez minutos. Geralmente é melhor se for o parceiro maior  seguir a respiração do menor. Se a vossa mente divagar, voltem a concentrar-se na respiração conjunta. Variações deste exercício são: ficar de pé, respirando em uníssono enquanto se abraçam, e sentar-se frente a frente, mantendo contacto visual e respirando em uníssono. Isto também pode ser útil quando se sentem aborrecidos ou zangados um com o outro.

  • Sentem-se frente a frente. Primeiro baixem os olhos ou fechem-nos. Tomem consciência da vossa respiração. Sigam o seu ritmo natural e libertem a vossa mente de pensamentos e preocupações. Depois, abram os olhos e olhem para o vosso parceiro. Ele/ela pode não os ter aberto ainda. Se for o caso, olhe-o/a deste local de meditação e observe o que vê, continuando a seguir o respirar. Se perder a ligação ao acto de respirar, faça uma pausa, olhe para baixo ou feche os olhos até se concentrar novamente, e retome o contacto visual. Repare no que sente à medida que faz isto.


5 – Alimente todas as suas relações. Tente não se isolar na sua primeira relação.

6 – Explore a sua criatividade, necessidades, independência, actividades de lazer, passatempos, carreira. Qualquer coisa que a faça sentir-se melhor consigo ou a faça sentir-se inteira e alimente a sua alma é importante e terá um efeito positivo na sua relação.

7 – Olhe para as coisas de outro modo. Quando o seu parceiro fizer qualquer coisa que a incomoda pergunte-se: “o que significa isto para mim? Porque é que isto me incomoda? Existe alguma coisa no meu passado que seja responsável pelo modo como me estou a sentir ou a reagir? Terei eu contribuído para esta situação, talvez mesmo inconscientemente? Poderá esta situação reflectir algo que eu não quero ver dentro de mim?”.

  • Se o comportamento do seu parceiro lhe inspira críticas ou juízos, afaste-se por um momento e veja se encontra outras explicações para aquele tipo de comportamento – explicações menos críticas.


  • Se precisa de dizer qualquer coisa esta é uma boa fórmula: “Quando tu... (descreva o comportamento em termos neutros), eu sinto-me... (descreva os sentimentos sem culpa),  e queria pedir-te que... (faça o pedido sobre uma mudança comportamental concreta).


8 – Seja compreensiva. Tal como merece compreensão e apoio, o seu parceiro também o merece, e ajuda realmente sentirmo-nos compreendidos. Tente ver a situação do ponto de vista do outro, sobretudo se estão em conflito.

9 – Reconheça os sentimentos do seu parceiro. Não temos que concordar com alguém para reconhecer e compreender como se sentem.

10 – Valorize bastante o seu parceiro. Diga-lhe o quanto gosta dele e porquê.

11 – Aceite-o como é. Isto não significa que não lhe peça mudanças de comportamento, ou que aceite, por exemplo, que lhe gritem. Significa apenas que o aceita como pessoa e acredita nas suas boas intenções. Ao contrário do que se possa pensar, aceitar, de facto, alguém faz com que esse alguém revele o que tem de melhor.

12 – Não generalize. Mesmo que seja tentador, tente não fazer generalizações do tipo “tu nunca...”, “tu estás sempre...”, “tu és tão...”. Para além de não serem verdade (ninguém faz sempre a mesma coisa em todas as circunstâncias), são afirmações que magoam, deixam a outra pessoa a sentir-se mal e podem levar à sua desmotivação face à mudança. “Se nunca faço nada bem, para quê esforçar-me?”

13 – Crie sessões de desabafos. Às vezes, os casais guardam ressentimentos que necessitam exprimir. “Sessões para desabafar” podem ajudar. Um dos elementos do casal começa por dizer o que o incomoda enquanto o parceiro ouve e encoraja dizendo “que mais?”. Ao aprofundar o assunto, aquele que se está a queixar apercebe-se, por vezes, de que as queixas são mais complicadas do que o próprio poderia supor no início.

Quem se está a queixar pode começar a fazê-lo zangado mas frequentemente acalmar-se-á e tornar-se-á mais consciente do que realmente o aborrece ou necessita. O papel do ouvinte é ouvir, não fazer comentários e tentar não se ofender. O que está a ouvir é o resultado da frustração e irritação do seu parceiro naquele momento. Lembre-se que a culpa não é só sua, embora grande parte da raiva esteja dirigida a si. No final, ou mais tarde, os papéis podem ser invertidos.

14 – Sair. Quando não se está a conseguir resolver um conflito, afaste-se do seu parceiro por algum tempo. Os casais geralmente têm regras sobre estes “intervalos”, tais como, não deixar a casa, ou estabelecer um período de tempo limite, por exemplo 30 minutos, antes de ver se é possível continuar a discussão. Nos carros, os intervalos só significam que ninguém fala durante um determinado período de tempo. Qualquer dos membros do casal pode pedir estes intervalos, que devem ser imediatos e durar o período de tempo estabelecido. É sempre melhor decidir a duração destes períodos de tempo antes da discussão, ou discutirão também sobre isso! Alguns casais não estabelecem um período específico; ficam em silêncio durante algum tempo e, quando se sentem suficientemente calmos para compreender o outro, conversam para saber se estão mutuamente preparados para continuar a conversa ou se a deixam para outra altura.

15 – Ouça com atenção. Se o seu parceiro está a tentar dizer-lhe qualquer coisa que não consegue perceber, ouça atentamente, faça perguntas esclarecedoras, veja o que acha que dizem e continue a tentar compreender. Muitas discussões nascem do facto de não nos ouvirmos efectivamente, ou de assumirmos que já sabemos do que o outro está a falar sem sequer ouvir primeiro. O melhor é sempre ter certeza de que entendemos correctamente.


É claro que não conseguirá seguir estas orientações a 100%; não faz mal, ninguém consegue. Mas se quiser que a sua relação seja baseada em respeito, compreensão e comunicação clara, é boa ideia tentar segui-las ou encontrar outras que funcionem para si, tanto quanto possível.


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